Você confere abaixo três, dos quatro vídeos prometidos para a série que aborda a criação, o combinar de ideias e a cópia. Ele também define que os elementos básicos da criatividade são a cópia, o transformar e combinar.
Para quem não conhece (especialmente fora de Minas Gerais), a Cemig é um dos mais sólidos e importantes grupos do segmento de energia elétrica do Brasil, constituído por 58 empresas e 10 consórcios.
Fui convidado pelo Grupo A&C(responsável por todo desenvolvimento) a atuar como consultor na Arquitetura de Informação do projeto.
Para isso, convidei meu amigo Caio Cesar e realizamos entre outras pesquisas, as seguintes ações:
Análise de métricas
Entrevistas com usuários do site
Personas
Sessões de Card Sorting
Recomendações para distribuição da informação e organização do sistema de navegação
Certo do quanto ainda pode ser feito, dedico este post a todos os amigos e colegas da Bolt Brasil. Amigos que me ensinam, compartilham e se envolvem. Amigos que lutam, brigam, mas acreditam.
Hoje sou um pouco de cada um de vocês.
Obrigado pela oportunidade de fazer parte do dia a dia que cada um de vocês.
Hoje posso dizer sem receio, que aprendo muito com todos os arrobas abaixo…
Tive a oportunidade de dar uma palestra na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) na Escola de Ciência da Informação, para os alunos da especialização em Gestão Estratégica da Informação.
Você confere abaixo o arquivo utilizado. Vale lembrar que além do arquivo, tivemos explicações durante a conversa, então, qualquer dúvida, é só falar.
Um agradecimento especial ao Rodrigo Marques Quintas pelo convite, e ao Filipe Souza pela ajuda.
Durante alguns meses trabalhei em um prédio onde existia um “Popa Copos” instalado no corredor. Diferente dos dispensers de copos tradicionais, este produto vende o conceito de economia na utilização evitando o desperdício, visto que ele libera um único copo em sua utilização.
Entretanto, ela falha em seu princípio mais básico, liberar facilmente o copo a ser utilizado.
As pessoas sempre enfrentavam dificuldades na sua primeira utilização, muitas delas, não conseguiam retirar o copo, fazendo com que a curva de aprendizado fosse muito alta. (As pessoas pediam ajuda a outros funcionários da empresa, tentavam abrir a parte de cima do equipamento, ou até mesmo, ficavam sem tomar água.)
Como podem ver no vídeo abaixo, para liberar o copo os usuários precisam mover para a esquerda uma peça azul e aguardar que o copo caia.
Parece fácil né? Mas não é.
Agora, vamos aos problemas:
Como a parte que o usuário move parece uma lingueta, muitos tentavam puxar e não, mover. (em menos de quatro meses, encontrei três peças quebradas em cima do equipamento)
Além de mover a peça para esquerda, é necessário aguardar o copo cair (cerca de 1 segundo). Mesmo parecendo pouco, como o equipamento tem uma mola em sua composição, o modelo mental da maioria dos usuários, era apenas mover e deixar que a peça volte automaticamente. Quando isso ocorre, o copo é amassado ao meio pelo próprio equipamento gerando frustação e desperdício.
Para finalizar, avaliando a utilização mais de perto, percebi que apenas mover a peça para a esquerda não funcionava em sua grande maioria, era preciso ainda, dar uma “balançada” na peça para que o copo fosse liberado.
Antes de escreve este post, avaliei o mesmo equipamento em três lugares distintos, para me certificar que além dos problemas de usabilidade / concepção do produto, não se tratava apenas de um defeito do equipamento que existia em minha empresa. Não para minha surpresa, em todos, pude constatar todos os problemas e mais um importante, a utilização do equipamento por pessoas mais velhas, era muito mais problemático. As ações de mover e aguardar a queda dos copos, não eram percebidas como naturais.
Possíveis soluções e melhorias para o produto?
Ajustes na peça que é puxada pelos usuários (formato, cor, ergonomia) além de ajustes nas cores e instruções do equipamento que ajudem no entendimento (cognitivo) que a ação esperada é para mover para esquerda.
Substituição do formato mecânico (de mover) para uma ação mais direta e inconfundível, como, apertar um botão.
E você tem alguma sugestão para melhorar a usabilidade deste produto?
O vídeo abaixo não fala de usabilidade, arquitetura de informação e, tão pouco de acessibilidade. Entretanto, ele nos conta um pouco mais do perfil do consumidor para qual projetamos a maior parte das coisas que produzimos.
Feito pela empresa BOX1824 o filme “We All Want to Be Young” traz o conceito das gerações jovens e suas tendências de comportamento.
Gostou?
Veja também uma série de reportagens do Jornal da Globo, sobre as gerações
Inspirados no livro “Homepage: Usabilidade” de Jakob Nielsen e Marie Tahir, a revista Web Design preparou um especial adaptado ao universo do design de interfaces.
Na edição de maio, 12 projetos foram selecionados, entre eles, o da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa – Fundep.
Tive a honra de coordenar todo projeto que contou o trabalho da Mapa Digital (pesquisa), Bolt Brasil (design de interface), BHTEC (sistemas), além da Assessoria de Comunição Social e da Gerência de Informática da Fundação.
Ontem assisti um documentário super interessante sobre design, o Objectified.
O filme documenta os processos criativos de alguns renomados designers, vários exemplos de objetos que nos cercam e sobre as pessoas que os projetam.
Através de entrevistas com designers como Karim Hashid, Naoto Fukusawa e Jonathan Ive(da Apple), o documentário mostra como eles avaliam, reavaliam e reinventam o ambiente em que vivemos, passando por temas como expressão individual, consumismo e sustentabilidade.
Mostra também como os objetos tem impacto em nossas vidas, levando a uma reflexão sobre o que podemos aprender sobre quem somos e quem pretendemos ser, a partir dos objetos que usamos.
Veja abaixo o trailer do documentário, e mais abaixo você poderá realizar o download do vídeo e a legenda já em português.
Foi ao ar no último dia 26 de fevereiro a Nova Intranet da Cemig.
Fui convidado pelo Grupo A&C (responsável por todo desenvolvimento) a atuar como consultor na Arquitetura de Informação do projeto.
O projeto intitulado como CEMIG 2.0 tem alguns números que impressionam. O maior desafio, além da própria mudança que impactaria diretamente mais de 7 mil funcionários, foi trabalhar todo o conteúdo existente disperso em mais de 250 “hot sites” das áreas internas.
Para isso, convidei meu amigo Cáio Cesar e realizamos entre outras pesquisas, as seguintes ações:
Análise de métricas
Entrevistas com usuários da intranet
Personas
Sessões de Card Sorting
Recomendações para distribuição da informação e organização do sistema de navegação